Search

Detalhes que dão “vida” à maquete

0 Flares 0 Flares ×

Uma mini ferrovia, qualquer que seja o seu tamanho, nunca fica totalmente pronta. Sempre existem pequenos novos detalhes a serem acrescentados, cenas a criar, pequenas construções, envelhecimento, etc.

Detalhar a maquete proporciona uma grande satisfação, e geralmente gastamos mais tempo nesses detalhes do que levamos para construir a maquete em si. E esses são justamente os detalhes que diferenciam o modelismo do “brinquedo”. Não tenhamos pressa em terminar esse detalhamento – o mais gostoso é ir fazendo aos poucos, à medida em que nos sentimos inspirados ou mesmo com vontade.

Pequenos arbustos, vegetação rasteira, pequenas pedras, tudo isso pode ser adicionado ao cenário, mesmo após acharmos que a maquete já está “pronta”. Até mesmo as construção (kits) podem ser melhoradas, com adição de musgo ou vegetação que vai “subindo” pelas paredes, pelas pedras de sustentação das pontes, dos portais dos túneis, e assim por diante.

Outro local onde sempre é possível adicionar novos objetos é um “ferro-velho” ou depósito de lixo, seja esse lixo de origem “industrial” ou da própria ferrovia. Pode-se usar de tudo para representar esse lixo, restos de kits, restos de pedaços de madeira balsa ou de caixa de fósforos, rodas e pneus velhos, partes de pequenos mecanismos em HO. Pode-se encontrar objetos como esses já prontos nas lojas, mas torna-se mais agradável e interessante construirmos nosso próprio “lixo”.

Ao lado das construções, principalmente das fábricas e armazéns, é comum juntar restos de latas de óleo, tambores, caixas de madeira, pneus, pallets, etc. O importante é que tudo isso seja reproduzido em escala.

Outra forma de detalhar a maquete é “envelhecendo” as construções. Com relação a isso existem duas correntes de pensamento entre os ferreomodelistas – aqueles que gostam de envelhecer tudo, inclusive as locomotivas e vagões, tornando-os “parte” de um cenário que já sofreu a ação do tempo e os que não fazem assim, preferindo manter as construções, máquinas e vagões como saíram das caixas ou como foram pintados por eles mesmos. A decisão quanto a isso deve ficar por conta e gosto de cada um. De qualquer forma, ainda assim é possível detalhar os vagões, colocando “cargas” nos mesmos, principalmente nas gôndolas e pranchas. Pode-se construir as próprias cargas ou adquiri-las já prontas nas lojas. Colocar “animais” dentro dos vagões gaiola, ou “pessoas” dentro dos carros de passageiros, por exemplo.

Pensando e agindo dessa formas, teremos sempre diversão e entretenimento, além, naturalmente de rodas os trens e fazer as manobras.

Fonte - Revista Trens & Modelismo - Volume 36







Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 0 Flares ×