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Termos Técnicos e Siglas no Ferromodelismo

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ABPF
Associação Brasileira de Preservação Ferroviária. Entidade sem fins lucrativos dedicada à preservação da memória ferroviária. Possui várias regionais, algumas das quais operam trens turísticos com locomotivas a vapor e carros de madeira. O site oficial da associação é:  http://www.abpf.org.br/.

AC
Sistema de controle mediante alimentação dos trilhos com corrente alternada. O termo AC em inglês é a sigla de “alternating current” – corrente alternada. Atualmente é usado somente em material Märklin.

AGULHA
Parte móvel do AMV. Sua posição define a rota em que o veículo ferroviário irá trafegar.

AMV
Aparelho de Mudança de Via. Dispositivo ferroviário que permite a conexão contígua de uma linha para outra. Sua operação pode ser manual ou por motor acionado remotamente pelo despachador, como também possuir dispositivo tipo mola o qual permite ser transposto em rota contrária, retornando a agulha em sua posição normal após a passagem do trem.

bBALASTRO
Termo usado em Portugal para “lastro”.

BITOLA
Distância entre os 2 trilhos, medida pelas faces internas.

BITOLA DUPLA
Também chamada de bitola mista. Trecho da maquete em que há duas bitolas.

BITOLA ESTREITA
Bitola menor do que o padrão mundial de 1,435 metro.

BITOLA HO
Bitola-padrão mundial reduzida 87 vezes, o que resulta em 16,5 mm.

cCARROS
Veículos ferroviários para transporte de passageiros. Os principais tipos são: carro de primeira classe, carro de
segunda classe, carro-restaurante, carro-dormitório, carro- correio, carro-bagagem, carro-correio e bagagem (os
três últimos apesar de não transportar passageiros estão nessa classificação).

CHAVE
Mecanismo de operação manual para alterar a rota de um AMV.

CMEF
Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (sucedida pela Fepasa)

CODE 100
O chamado “code” (palavra inglesa que significa “código”) refere-se à altura do trilho, sendo que cada unidade
representa 0,001 polegada (0,0254mm). Na escala HO são usados os “codes” 100, 83, 70 e 55. O mais usado é o
“code” 100, que tem uma altura de 2,54mm (100 x 0,0254mm).
Até recentemente Frateschi fabricava apenas grades, AMVs e trilhos flexíveis de “code” 108 (2,7432mm). Atualmente os AMVs e os trilhos flexíveis Frateschi de nickel-silver são “code” 100.

CONTROLADOR
Transformador especial para ferromodelismo, recebendo 110 ou 220 Volts da rede doméstica (corrente alternada), e
fornecendo 0 a 12 Volts em corrente contínua.

CPEF
Companhia Paulista de Estradas de Ferro (sucedida pela Fepasa)’

CPTM
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (atende a Região Metropolitana de São Paulo)

dDC
Sistema de controle mediante alimentação dos trilhos com corrente contínua. É o sistema mais usado hoje em dia, mas aos poucos vem sendo substituído pelo sistema DCC. (Em inglês DC é sigla de direct current, isto é, corrente contínua.)

DESPACHADOR
Pessoa encarregada pela movimentação de trens através de licenças (staff, GPS) ou Controle de Tráfego Centralizado (CTC). Coordena e controla o tráfego em vias sob sua responsabilidade.

DESVIO
Pequeno ramal (pátio) derivado de outra linha. Pode ser desvio morto (sem saída) ou desvio vivo (voltando à linha
de onde saiu).

DIORAMA
Muitos ferromodelistas optam por construir dioramas porque exige menos espaço e podem ser construídos em menos tempo.

eEFA
Estrada de Ferro Araraquara (sucedida pela Fepasa); A sigla também pode ser usada para a Estrada de Ferro Amapá

EFB
Estrada de Ferro Bragantina (sucedida pela Fepasa).

EFC
Estrada de Ferro Carajás

EFCB
Estrada de Ferro Central do Brasil (sucedida pela RFFSA)

EFDTC

Estrada de Ferro Dona Theresa Cristina (Santa Catarina; sucedida pela RFFSA).

EFL
Estrada de Ferro Leopoldina (sucedida pela RFFSA)

EFMM
Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

EFNP
Estrada de Ferro Norte do Paraná

EFOM
Estrada de Ferro Oeste de Minas (sucedida pela VFCO)

EFPP
Estrada de Ferro Perus-Pirapora. Ferrovia industrial localizada na cidade de São Paulo/SP.

EFS
Estrada de Ferro Sorocabana (sucedida pela Fepasa)

EFSC
Estrada de Ferro Santa Catarina (sucedida pela RFFSA)

EFSJ
Estrada de Ferro Santos a Jundiaí (sucedida pela RFFSA)

EFSP-RG
Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande

EFSPM
Estrada de Ferro São Paulo-Minas (sucedida pela Fepasa)

EFSPP
Estrada de Ferro São Paulo-Paraná

EFVM
Estrada de Ferro Vitória a Minas

ELEFANTE
Termo utilizado quando a formação de duas ou mais locomotivas em que a cabine de todas está voltada para o mesmo lado.

ESCALA
Proporção em que os modelos são reduzidos em relação ao protótipo que reproduz. Por exemplo, na escala HO (1/87) os modelos das locomotivas RS-3 e RSC-3 (que rodaram em ferrovias como a EFSJ, a EFCB e a CPEF) têm 999999mm de comprimento, pois esse é o resultado da divisão do comprimento da locomotiva de verdade (99999m) por 87.

ESCALA HO
A escala HO é a escala mais praticada no mundo. Nessa escala a proporção é de 3,5mm para 1 pé (medida usada nos Estados Unidos e que equivale a 304,8mm), ou seja, a relação é de aproximadamente 1:87. (Cada milímetro no modelo reproduz 87mm ou 8,7cm do protótipo.)

ESCALA N
É a segunda escala mais praticada no mundo. Nessa escala a relação é de 1:160. (Cada milímetro no modelo reproduz 160mm do protótipo ou 16cm.)

FCA
Ferrovia Centro Atlântico. Concessionária sucessora das Superintendências Regionais SR2, SR7 e SR8 da RFFSA e UR6 da Fepasa. Atual VL!

FEPASA
Ferrovias Paulistas S.A. Sucessora das seguintes estradas de ferro: EFS (Estrada de Ferro Sorocabana), CPEF (Companhia Paulista de Estradas de Ferro), CMEF (Companhia Mogiana de Estradas de Ferro), EFSPM (Estrada de Ferro São Paulo-Minas), EFB (Estrada de Ferro Bragantina), EFA (Estrada de Ferro Araraquara)

FERRO DE ENGOMAR
Locomotiva Elétrica oficialmente batizada como Guaicurus, foi fabricada durante a Segunda Guerra Mundial nas oficinas da EFCB e ficou popularmente conhecida como “Ferro de Engomar”.

FNS
Ferrovia Norte-Sul

gGRADE
Conjunto de 2 trilhos unidos pelos dormentes de plástico.

kKADEE
Nome do fabricante de engate que procura reproduzir a aparência e o funcionamento do protótipo. Site oficial : www.kadee.com

KITBASHING
É a adaptação de um modelo comercial já pronto ou então de um kit para montar. Para essa adaptação usam-se ítens fabricados especificamente para detalhamento (por exemplo, uma mangueira de ar) bem como peças tiradas de outros kits comerciais.

lLICENÇA
Autorização expedida pelo despachador que permite um trem ou veículo ferroviário trafegar em uma ou mais seções de bloqueio.

LICENÇA FRANCA
Autorização expedida pelo despachador que garante via livre até o pátio ou bloco seguinte.

LIMITE DE PÁTIO
Ponto convencionado a certa distância de um pátio assistido que determina o final (ou o início, a depender do sentido do trem) de uma seção de bloqueio controlada pelo despachador.

LIVE STEAM
Modalidade de ferromodelismo em escalas grandes (embora já haja experiência em HO), em que a tração dos modelos de locomotiva a vapor é com vapor gerado na própria locomotiva e não com motor elétrico. É em todos os sentidos uma locomotiva a vapor só que em miniatura.

LOBA
Apelido dado pelos ferromodelistas à locomotiva elétrica GE 2000. Os ferroviários da EFS e mais tarde da Fepasa a chamavam de GE 2000.

mMAQUETE FERROVIÁRIA
Conjunto em miniatura composto por via permanente (trilhos, lastro, etc.), construções ferroviárias (estações, caixas d’água, etc.), construções não ferroviárias (casas, lojas, ruas, etc.) e detalhes (postes, ruas, montanhas, árvores, etc.). Já os modelos são os elementos isolados: uma locomotiva, uma estação, uma casa, etc.
O que distingue uma maquete de um diorama é o fato de que a primeira é operacional, ou seja, os trens andam nelas. Já os dioramas são estáticos e costumam ser menores.

MARCO
Estacas ou pontos de sinalização no solo que determinam a distância regulamentar que um trem ou veículo deve parar antes de um AMV sem que impeça o fluxo nas vias paralelas, ou seja, os veículos ali estacionados garantem livre o gabarito a sua frente.

MATERIAL RODANTE
Todo e qualquer veículo ferroviário (locomotivas, automotrizes, carros, vagões, autos de linha).

MINISSAIA
Apelido dado locomotiva elétrica fabricada pela GE do Brasil e que rodou na EFS e posteriormente na Fepasa. Semelhante a Vandeca, a diferença é que a Minissaia possui cabine em apenas um dos lados.

MOROP
Organização europeia internacional que congrega modelistas ferroviários e fãs de ferrovias. Estabelece as normas de ferromodelismo praticadas na Europa, conhecidas pelo nome de NEM (Normes Européennes de Modélisme, isto é, Normas Europeias de Modelismo).
Dada sua característica internacional, possui nomes em alemão (Verband der Modelleisenbahner und Eisenbahnfreunde Europas), francês (Union Européenne des Modélistes Ferroviaires et des Amis des Chemins de Fer) e inglês (European Union of Model Railroad and Railroad Fans). Traduzindo: União Europeia de Modelismo Ferroviário e Fãs de Estradas de Ferro. Site oficial da MOROP : http://www.morop.eu

nNEM
Conjunto de normas europeias para ferromodelismo estabelecidas pela MOROP. Um exemplo de normas NEM são os engates dos produtos Frateschi.
No site da MOROP as normas estão disponíveis em francês (http://www.morop.org/fr/normes/index.html) e alemão (http://www.morop.eu/de/normes/index.html).

NMRA
Sigla de National Modelers Railroad Association. Uma associação norte-americana de ferromodelismo. Aceita sócios do mundo inteiro.
Uma de suas várias atividades é estabelecer padrões, como, por exemplo, dimensões de desvios, altura de engates, etc. O website é www.nmra.org.

NOB
Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (sucedida pela RFFSA).

pPÃO DE FÔRMA
Apelido dado à locomotiva elétrica de bitola larga fabricada pela Henschel e que circulou na RFFSA, nas áreas da EFCB e EFSJ.

PÁTIO
Conjunto de linhas ou desvios, dispostos para atender as mais diversas necessidades da ferrovia, compreendendo o atendimento ao tráfego e aos passageiros, entreposto de cargas, oficinas para locomotivas, carros e vagões, etc. Pátios podem ser para simples cruzamento, formação de trens, assistido ou virtual.

RFFSA
Rede Ferroviária Federal S.A.

RMV
Rede Mineira de Viação (sucedida pela RFFSA)

RVPSC
Rede de Viação Paraná-Santa Catarina (sucedida pela RFFSA)

sSPR
São Paulo Railway

SUPERVIA
Supervia Concessionária de Transportes Ferroviários S/A (atende Região Metropolitana do Rio de Janeiro)

tTREM MISTO
Trem para transporte de cargas e passageiros

TRILHO
Barra de aço que é assentada e afixada sobre dormentes e na qual se apoiam e andam os veículos ferroviários (trens, metrôs, bondes, etc.).

TUE
Sigla de Trem Unidade Elétrico. Exemplo de TUEs são os metrôs e os trens de passageiros que atendem às regiões metropolitanas de São Paulo (CPTM) e Rio de Janeiro (Supervia).

vV8
Locomotiva elétrica de rodagem 2-C+C-2 construída pela GE. Devido ao ronco do motor foi chamada de ”V8” na CPEF e posteriormente na Fepasa. Na EFCB teve o nome de ”Escandalosa”; e na EFSJ, de ”Beiçuda”.

VAGÃO-TORPEDO
Vagão usado em usinas siderúrgicas para o transporte, do alto forno para a aciaria, do ferro gusa em estado líquido.

VAGÕES
Veículos de carga.

VFCO
Viação Férrea Centro-Oeste (sucedida pela RFFSA)

VFFLB
Viação Férrea Federal do Leste Brasileiro (sucedida pela RFFSA)

VFRGS
Viação Férrea Rio Grande do Sul (sucedida pela RFFSA)




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